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Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

01
Fev18

Férias, férias, já marquei as férias.

Ainda tenho de esperar até à terceira semana de Agosto, mas já marquei as férias de 2018.

A minha vida é uma incógnita depois de Agosto, mas pelo menos uma semana de paz, sossego e muito amor já ninguém me tira. 

 

Querem saber o destino ? 

 

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MONTENEGRO

 

O plano é simples: um vôo rápido e direto, um estúdio para dois, em frente ao mar, longe da cidade. Duas bicicletas, muito sol, muitos banhos de mar e um grande aniversário para celebrar. O que mais se pode pedir?

 

 

 

09
Dez17

Paris, que cinzento estás

Esta semana tive uma flash trip a Paris para ir a uma conferência. Foi curtinha, mas deu para mata o bichinho das viagens e para me relembrar de como Paris é cinzento.

 

Entrentanto, já voltei para o frio e fui recebida com neve à beira-mar. 

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O Institut Pasteur

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A vista lateral do Petit Palais

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A vista frontal do Petit Palais

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Uma das ruas perpendiculares aos Champs Elisées

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O famoso arco do triunfo às 10h da manhã

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A estação de metro de Charles de Gaulle - Étoile cheia de design futurista

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A vista dos Invalides

 

05
Dez17

O que não falta na minha mala num destino tropical

Já vos falei aqui sobre o que não falta na minha mala no geral. No entanto, quando vamos para um sítio tropical há uns cuidados acrescidos que devemos ter. Aqui ficam as minhas dicas:

 

  • Boletim Internacional de Vacinas - antes de saírem, verificaram as vacinas necessárias? Febre amarela, cólera, tifóide, hepatite A, tétano?
  • Repelente  - super importante em todos os sítios quentes, mas se for uma zona endémica de mosquitos, então apostem num bom repelente. Eu levo sempre um super potente com pelo menos 50% de DEET. 
  • Gel desinfectante antibacteriano para as mãos - lugares quentes e húmidos são os habitats preferidos da maioria dos microorganismos patogénicos.
  • Chapéu ou turbante para a cabeça - o sol é forte, direto e quente.
  • Protetor solar - eu costumo levar um de 50 SPF para a cara e de 30 para o corpo.
  • Açúcar - levo sempre uns pacotes de açúcar na carteira para as emergências. O calor é propício para quebras de tensão.
  • Kit de emergência - tudo o que descrevi aqui mais um creme para as queimaduras solares e outro para picadas de insetos. Costumo também levar aloé vera para as queimaduras.
  • Casaco impermeável - é quente, mas também chove.
  • Botas ou sapatilhas impermeáveis - talvez queiram fazer uma caminhada pela floresta, ou pelo pântano, ou simplesmente pela rua inundada da chuva do fim da tarde. Para essas eventualidades, levem uma opção de calçado de todo-o-terreno. 

  

Se forem para um lugar mais remoto:

  • Sopa/noodles de pacote  - dois ou três para uma emergência, nunca se sabe. No Quénia deram-me um super jeito.
  • Kit de emergência mais composto - gaze, antiséptico, fita adesiva, termómetro, voltaren em gel e fitas musculares, um antibiótico para infecções urinárias para as meninas.
  • Powerbank(s) carregadas e lanterna - nunca se sabe quando terás acesso a electricidade. 
  • Filtro para água - esta é para locais bem escondidos onde encontrar água à venda possa ser problemático.
28
Nov17

'Bora conhecer o Dubai em 3 dias?

Nós viajamos de Manchester, mas aproveitando os voos diários da Emirates diretos de Lisboa a preços atractivos quando marcados com antecedência, já não é impensável os portugueses escolherem os Emirados para passar um fim-de-semana prolongado especial. 

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O Dubai como nós o conhecemos é algo muito recente. Para terem uma ideia, o boom da construção começou apenas no início do século. Portanto, este não é o destido ideal para amantes de História e culturas antigas. É, no entanto, o paraíso da construção moderna, do planeamento urbano, das compras e da ostentação. 

 

Na minha opinião, 3 dias chegam para conhecer o Dubai, embora tudo dependa de quanto tempo se pretende gastar nos shoppings. Esta foi a minha terceira vez no Dubai, e por isso dei-me ao luxo de fazer apenas aquilo que me apeteceu, sem a pressão de ter uma lista enorme de sítios ainda por ver. Por isso, se estão à espera de um guia turístico podem voltar noutro dia. Hoje, vou-me apenas focar nos sítios que mais valem a pena.

 

1. Dubai Mall

 

É um shopping grande, mas muito fácil de nos movimentarmos. Para mim, a melhor parte é um aquário enorme, espetacular, cheio de raias, tubarões, garoupas, lontras, etc. Os mais aventureiros podem comprar bilhetes para visitarem o túnel subaquático e verem o aquário a 360º. Têm também várias experiências aquáticas, por exemplo interagir com lontras. Para além do aquário, o shopping tem uma pista de gelo para patinagem, uma cascata enorme de água com esculturas de mini-mergulhadores em bronze, uma loja da Apple com varanda e vista para o lago e o Burj Khalifa, e montras incríveis.

 

 Aconselho também a irem a meio da tarde e ficarem até escurecer. Todos os dias a partir das 18h há um show de luzes e água de 30 em 30 minutos, sempre ao som de uma música diferente. É imperdível. Se puderem, aproveitem para jantar num dos vários restaurantes com esplanada para apreciarem bem o ambiente. Vejam o vídeo!

 

 

 

2. Burj Khalifa

A torre mais alta do mundo é um local que não se pode perder de maneira alguma. Podemos vê-la do Dubai Mall e da área envolvente, mas também se pode visitar. Num dos primeiros andares tem o Hotel Armani, onde se pode tomar uma bebida, ou fazer uma refeição, mas também se pode visitar os andares 124, 125 e 148, comprando bilhetes aqui a partir de 30€ . Está na minha bucket list para a próxima vez.

 

3. Souk Madinat Jumeirah

A 15 minutos do centro financeiro, escondido entre resorts magníficos e o imponente Burj Al Arab, encontra-se o Souk Madinat Jumeirah. É um shopping à moda árabe, cujo ex-libris é o canal de 5km que se pode percorrer em bonitas gôndolas. A viagem de gôndola custa 85 AED (aproximadamente 20€). No entanto, mesmo que não se faça o passeio no canal, pode-se caminhar por algumas partes e apreciar as vistas maravilhosas. Nós optámos por almoçar por lá, mesmo em cima da água num restaurante asiático chamado Japengo

 

 Este é provavelmente o meu local preferido no Dubai por ser tão bonito. 

 

4. Gold Souk, ou mercado do ouro

Em Deira, na parte mais antiga da cidade, há o mercado do ouro mais famoso do mundo. Por aqui, encontram-se as jóias mais excêntricas de sempre e tradicionalmente os preços são agradáveis. Nalguns locais, fazem descontos de até 75%. Tirar fotografias é proibido na maior parte das lojas como podem imaginar, mas o Mr Google dá-vos uma boa ideia do que esperar. 

 

5. Spice Souk, ou mercado das especiarias

Numa das extremidades do mercado do ouro, encontra-se o mercado das especiarias. Apesar de não ser o mais bonito e completo que já vi, é uma boa experiência para quem nunca tiver ido a nenhum mercado de especiarias orientais. Aqui, podem encontrar todo o tipo de especiarias comestíveis, condimentos, chás, assim como especiarias para outras finalidades, como por exemplo curcuma-fêmea para a pele ou índigo para tingir a roupa. Tudo a granel, tudo bom para ser regateado.

 

6. Dubai Creek 

 

Jantámos dentro do Dubai Creek Golf & Yacht Club, onde há vários restaurantes de diversas gastronomias. Nós optámos pelo restaurante QD's, de inspiração Árabe/Mediterânica, que é exterior com uma vista linda da cidade e do mar e onde se pode fumar sheesha.

 

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Os táxis não são caros e há imensos, em todo o lado, a toda a hora. Mas, no último dia andei de metro pela primeira vez. Sendo hora de ponta, estava cheio, mas é muito organizado. Tem carruagens especiais para portadores de bilhete Gold (equivalente a primeira classe nos comboios), carruagens exclusivas para mulheres e crianças, e as carruagens normais que podem ser utilizadas por qualquer pessoa. As estações têm guardas a controlar o número de pessoas, para que a plataforma não se encha demasiado (se necessário as pessoas esperam no andar térreo, antes de descerem para a plataforma para evitar acidentes). Uma parte do metro é subterrânea, mas no centro tem partes aéreas, por isso também uma boa maneira de ver a cidade. As paragens estão claramentes indicadas em árabe e inglês, tem anúncios falados nas duas línguas e são apenas duas linhas, por isso  não tem nada que saber.

 

11
Nov17

E se viajar sozinho perder o encanto?

Os acérrimos amantes de viagens (um dos estereótipos preferidos da nossa geração) vão ler este texto e dizer que viajar não depende da companhia e que é maravilhoso de qualquer maneira e que viajar sozinho abre horizontes. Mas, o que me acontece agora é que, por muito que adore cada viagem que faço e que agradeça todos os dias por poder fazê-las, a verdade é que acompanhada tem outro gosto.

 

A maior aventura de viajar sozinho é que só dependes de ti para o bem e para o mal. Quando se está acompanhado, a pressão é menor, eu não confirmo se tenho a carteira na mochila de 10 em 10 minutos porque somos dois a vigiar e porque temos duas carteiras em sítios diferentes. Sozinho, ninguém te vai salvar com uma segunda via do cartão de embarque, ou com um carregador de telemóvel, ou com um chá quando a comida do hotel te caiu mal.

 

Depois há outras coisas, como o facto de que quando se encontra a pessoa da nossa vida querermos que os melhores momentos sejam dos dois. Quem tem um companheiro e já viajou sozinho certamente já deu por si a pensar “ah, o Manel ia adorar esta comida”, ou então “a Maria ia delirar com esta praia”.

 

E também existe a questão da solidão. Estar preso 12h num avião é sempre melhor acompanhado. Tomar aquele pequeno-almoço espetacular do hotel a dois é bem melhor do que fazê-lo a olhar para o feed do Instagram. E podem-me dizer que posso sempre fazer “amigos”, meter conversa, falar com pessoas, mas só o facto de não ser “a minha pessoa” já tira metade do encanto.

 

Quando se tem a pessoa certa, já não se quer voltar atrás.

03
Nov17

O que não falta na minha mala?

Eu tenho muita sorte porque tenho oportunidade de viajar tanto a nível profissional como pessoal.

A primeira vez que andei de avião tinha 2 anos e, desde então, todos os anos tiveram no mínimo uma viagem de avião. A primeira vez que andei sozinha de avião tinha quase 5 anos (mesmo quase, era o dia anterior ao meu aniversário). Quando cresci mais um bocadinho, as viagens tornaram-se mais frequentes. E acho que tenho um bichinho que se começa a inquietar quando passo muito tempo sem sair do meu ambiente. 

 

A ciência, apesar de não ser a profissão mais fácil para se viajar, não é má de todo. Se tivermos vontade, e especialmente trabalhando em medicina tropical, conseguimos sempre viajar um pouco, seja para participar em conferências, estabelecer colaborações, ou fazer trabalho de campo.

 

Para muitas pessoas (a minha mãe por exemplo), a parte mais chata de viajar é fazer a mala. Mas, para mim não, por dois motivos: primeiro, porque sou muito prática e não preciso impreterivelmente de grande coisa, segundo, porque fazer a mala é o primeiro passo da viagem e todo o percurso de uma viagem é incrível e merece ser apreciado. No entanto, há coisas básicas que não podem faltar, especialmente quando são viagens longas. Aqui fica a minha checklist:

 

Na bolsa ou mala de mão (para além do passaporte, telemóvel e meios de pagamento):

  • Escova e pasta dos dentes (mesmo que a companhia dê pasta do dentes nos saquinhos de viagem, são sempre péssimas e só dão para uma lavagem). Por muito cuidado que tenhamos, depois de 6, 8, 12 horas num avião precisamos de lavar a dentuça.
  • Toalhitas de limpeza e desodorizante - Da mesma maneira que a boca precisa de uma limpeza, se calhar as nossas áreas mais propícias ao suor também agradecem.
  • Cremes para a cara e mãos - O ar do avião seca imenso a pele por isso é conveniente durante o voo ir aplicando creme.
  • Agasalho - As temperaturas nos aviões oscilam muito. Em voos noturnos, é prática comum baixarem a temperatura ambiente para as pessoas poderem descansar melhor (e eu acho que é também para não suarem tanto ). Por isso, um casaco, um xaile, algo confortável e que aqueça um bocadinho nunca deve faltar.
  • Almofada de pescoço - Aqui falo contra mim; nem sempre levo a minha por ocupa um bocadito de espaço, mas quando levo o mundo torna-se um lugar melhor. É que ao fim de 3 horas já não há lugar para tantas partes do corpo. 
  • Água - Quer peçam à hospedeira, quer levem convosco, quer escolham ambas as opções (eu, eu!), é preciso beber muito para combater a desidratação provocada pelo ar do avião, as mudanças de temperatura e de pressão.
  • Carregador de telemóvel - não precisa de explicação, pois não? E agora a maioria dos aviões grandes já têm local para carregar os gadets no assento. 
  • Caneta e caderno - a caneta dá extra jeito para preencher os formulários à chegada aos diversos países, mas eu quando viajo tenho sempre imensas ideias que preciso de passar a papel. 

 

No corpo:

  • Calçado e roupa confortáveis - não há qualquer razão válida para fazermos um voo longo vestidos como princípes e princesas. Please. E meninas, deixem a maquilhagem para aplicarem à chegada ao destino, a vossa pele agradece. 

Na mala de viagem:

  • Adaptador de tomada
  • Repelente de insetos (se forem para um sítio quente)
  • Medicamentos básicos (ex. paracetamol, anti-histamínico, pensos rápidos, imodium, anti-ácido)
  • Snacks - e se vos der uma fominha a meio da noite? Um pacote de bolachas, ou uns frutos secos fazem sempre jeito.

 

No smartphone:

  • Música!
  • XE (app conversora de moedas)
  • Google Translate
  • Nota com as moradas e números de telefone importantes do destino
  • App de saúde atualizada

 

 

E vocês, o que acham? Digam-me o que acrescentariam e o que acham que não vale pena!

25
Set17

E já foi um ano.

Parece que Setembro se esta a tornar tempo de aniversários, não de nascimentos mas de acontecimentos. 

 

Faz um ano que regressei do Quénia. Não se lembram? Podem ler tudo aqui. Hoje vou fazer a há muito prometida viagem  down memory lane e contar uma estória dessa altura. 

 

Apesar de ter passado a maior parte do tempo em Busia, houve um fim-de-semana que fui à região de Kericho, na locallidade de Koru. Uns vindos de Busia, outros de Nairobi, encontrámo-nos todos na Kweisos House , uma casa colonial construída em 1920. Apesar de providenciarem refeições a um preço extra, permitem que os hóspedes tragam e cozinhem a sua própria comida, o que se torna engraçado e vantajoso quando é um grupo grande. O pessoal de Nairobi tratou de todas as compras porque nós em Busia estávamos com muito limitados. Durante o fim-de-semana aproveitamos o ar tranquilo da montanha e fizemos muitos passeios pela natureza.

Passei uma das tardes a andar a cavalo por entre os montes e as plantações de chá, enquanto outro grupo foi pescar. Jogámos cartas e croquet, conversámos e ficámos a conhecer-nos melhor.  No Domingo, fizemos uma longa caminhada até uma cascata de água fresca, mas verde, onde alguns corajosos tiveram coragem de ir nadar. Ao jantar, fizemos longos churrascos de carne, halloumi e os três mini-peixes que os homens apanharam. Ao pequeno-almoço, deliciei-me com ovos perfeitamente escalfados, pão fresco, compota e queijo francês, o que para vocês pode parecer trivial, mas pão, compota e queijo europeus são relíquias que não se encontram numa cidade rural do Quénia.

 

Por muito que queira nunca vos vou conseguir explicar a felicidade que é conhecer expatriados como nós num local onde tudo é tão diferente. Os ingleses, o australiano, a espanhola e o sul-africano com quem passei este fim-de-semana foram uma lufada de ar fresco no meu coração depois de tantos dias isolada. Foi lindo e eu voltava amanhã, mesmo tendo quase morrido de medo das cobras das plantações de cana de açúcar. 

30
Ago17

Kravice Waterfalls

Hoje lembrei-me que no fim desta semana vou de férias outra vez (embora desta vez seja para Portugal) e ainda não vos mostrei as Cataratas de Kravice, na Bósnia! Por isso, deixei-me de preguiças e fiz-vos este post.

 

Fica na região de Herzegovina, fomos lá de manhã, a caminho de Mostar. É muito bonito e muito quente. A água é cristalina nas cascatas e esverdeada no meio do lago/rio e bem quentinha. Fomos em Agosto, por isso estava cheio de gente, tanto na água como no restaurante, mas foi bom. A única coisa que não gostei muito foi um ligeiro cheiro a enxofre que senti nalgumas zonas.

 

Para quem ficar em Dubrovnik e considerar visitar Mostar, aconselho a fazerem a tour que inclui Kravice, em vez das que incluem outras cidades lá perto porque torna a viagem menos cansativa e mais diversificada, já que se junta um bocadinho de natureza com a cultura. 

 

Estivemos lá apenas 1 hora porque saímos atrasados de Dubrovnik. Como resultado, estive mais preocupada em escalar as rochas das cascatas que em fazer vídeos! (Mentira, tentei fazer uns na GoPro, mas ficaram super tremidos e não vos quero enjoar)

 

 

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