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Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

30
Out18

Um Sábado em Cascais

No sábado, aproveitamos o sol de outono para fazermos um mini-passeio pela costa lisboeta. Começamos na Avenida Marginal em Paço de Arcos e fomos até Cascais, aproveitando a vista giras de Carcavelos (e aquele campus da Faculdade de Economia da Universidade Nova????!!!!), Oeiras, Estoril, etc.

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Já em Cascais, aproveitamos o Zomato Gold para conhecer o Sushíssimo. Podem ver as fotos na galeria.

Depois, fomos até à boca do inferno a pé, passeámos um pouco pelo centro, comemos um pastel de nata em honra do Belenenenses (desculpem, não resisti) e voltamos para Lisboa.

Fiquei feliz de ver tantos estrangeiros e de ver Cascais a abraçar o seu título de capital europeia da juventude 2018. É uma cidade tão bonita, tão romântica e é bom ver as feirinhas, o burburinho animado das pessoas, a música na rua, a comida de bom aspeto pelas esplanadas fora.

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27
Out18

As rotinas ajudam a produtividade?

Sabem aquelas pessoas bem sucedidas que vestem sempre a mesma coisa porque assim libertam tempo e espaço mental para pensar no que é realmente importante? Vê-se muito nos “tech bosses”, como o Steve Jobs e o Mark Zuckerberg, mas também se vê noutras áreas, como é o caso do Ricardo Araújo Pereira, Karl Lagerfeld e o Simon Cowell. Também há mulheres a adotarem esta filosofia, mas não é tão óbvio de ver.

 

Este método baseia-se em duas coisas: primeiro, criar uma imagem de marca; segundo, tirar decisões pouco importantes do quotidiano. Isto, basicamente, quer dizer que a rotina ajuda-os a aumentar a sua produtividade. Mas será que isso funciona sempre?

 

Se criarmos rotinas ao estilo (mas mais moderado) do Sheldon Cooper de Big Bang Theory, será que melhoramos a nossa vida? Se criarmos ementas para cada dia da semana e as repetirmos para sempre, se criarmos uma rotina de exercício, uma rotina de tratamento pessoal, uma rotina de lazer, uma rotina de guarda-roupa… Será? Será que isto vai aumentar a nossa produtividade ou aniquilar de morte a nossa criatividade? Eu acho que é preciso um pouco de criatividade e de espontaneidade para sermos felizes. E será que precisamos de ser felizes para ser produtivos? Talvez não sempre, mas algumas vezes era fixe.

 

Tantas perguntas.

25
Out18

Sugestões precisam-se: lazer em Lisboa

Ando meia sem ideias, meia sem tempo para este meu blog fofinho. Há de mudar muito em breve, espero! Hoje passo aqui só para pedir uma ajudinha a todos vocês. 

Preciso de sugestões de locais de lazer em Lisboa que sejam:

- bonitos

- com estacionamento gratuito à noite e/ou aos fins-de-semana

- com bons restaurantes (mas que não me levem à falência)

 

E, por fim, se forem à beira-rio melhor ainda, mas não é obrigatório.

 

Quem me ajuda?

 

P.S. Não vale dizer Parque das Nações que esse já está na lista. 

19
Out18

As vistas do Memmo Alfama Hotel

No sábado fomos a Alfama ter com uns amigos e decidimos ir conhecer o bar do Memmo Alfama Hotel, em Lisboa.

É um sítio muito giro, bem decorado, com uma mini piscina para os hóspedes, empregados muito atenciosos e umas vistas maravilhosas sobre o rio Tejo. 

É um bocadinho carote, mas com o Zomato Gold podemos ter quatro bebidas pelo preço de duas, por isso já ajuda. 

Gostei especialmente por ser sossegado, silencioso, pacífico. Algo difícil a um sábado à tarde por entre as ruas de Alfama.

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09
Out18

Fomos ao Bacalhôa Buddha Eden

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça ... 

 

Fomos ao Bacalhôa Buddha Eden e gostamos imenso, é tão bonito  Estava um dia espetacular. Havia fila para entrar, mas anda super rápido, quase nem se dá por isso. Não compramos o bilhete de comboio (são mais 4€, quando o bilhete custa 5€), por isso fizemos tudo a pé e fez-se muito bem. 

O jardim está muito bem tratado, os lagos bem cuidados. O restaurante é buffet com quatro opções de prato principal. Não é caro, também não é incrível.. Se regressasse, talvez levasse umas sandochas e fizesse um piquenique lá no parque de merendas. 

No entanto, infelizmente tenho uma coisa a apontar. E não é ao Bacalhôa. É mesmo ao povo português que de vez em quando torna-se estúpido e perde as maneiras. Pessoas, as estátuas não são para cobrir com moedas de 5 cêntimos coladas com chicletes. São para ver, olhar, observar, admirar (todos estes verbos bonitos que acabam em -ar) e deixar estar. Colar moedas com pastilhas elásticas não dá sorte. É um ato de vandalismo e é nojento. Muito nojento. 

Que as pessoas não saibam que os buddhas, as Ganeshas e as outras divindades sejam imagens sagradas para outras religiões, até se aceita. Mas acharem que qualquer escultura, seja divina ou não, é passível de ser vandalizada já ultrapassa toda e qualquer desculpa. 

 

No entanto, não quero terminar neste tom desagradável. O take home message é simples: visitem o Bacalhôa Buddha Eden e vamo-nos comportar como pessoas civilizadas que somos. 

 

 

 

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