Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

Os alarmes de incêndio são como o Pedro

16.07.18, Eu e a Outra

Sabem aquela história do Pedro e do lobo, em que o Pedro tantas vezes mentiu a dizer que vinha um lobo, que quando ele veio mesmo ninguém acreditou? 

 

Aqui em Inglaterra acho que os testes de incêndio tiveram o mesmo efeito na população. Passo a explicar. 

 

Em qualquer edifício comercial e em muitos edifícios residenciais, todas as semanas o alarme de incêndio é testado, à mesma hora e a cada 6 meses é obrigatório fazer-se uma simulação de incêndio. 

 

A isto juntam-se aqueles incidentes em que o alarme de incêndio toca só porque sim e os outros em que toca por uma boa razão, mas um bocadinho exagerado (do género, a panela pegou fogo mas tu apagaste logo e mesmo assim vais ficar sem tímpanos). 

 

Tornou-se tão normal que muita gente (especialmente os mais velhos - shame on you!) já nem sequer se dignam a sair de casa (evacuar) quando o alarme toca. Ou então saem lenta, lentamente. 

 

O resultado é que, um dia que haja um incêndio a sério, daqueles que matam pessoas e nos deixam desalojados, as pessoas vão continuar a tomar o seu pequeno-almoço sossegadas até ser tarde demais. 

 

 

 

**Vejam a primeira parte desta história aqui.**

Comentar:

CorretorEmoji

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.