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Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

Eu e a Outra

Coisas maravilhosas, coisas assustadoras, viagens exóticas, dia-a-dia monótono, bichinhos tropicais e muito amor. Ponham-se confortáveis que vamos começar.

27
Jun18

O dia mais bonito da minha última viagem ao Quénia

Apesar de todos os contratempos que tivemos durante o trabalho de campo, conseguimos terminar o trabalho com um dia de antecedência. Por isso, aproveitámos o nosso dia de folga para fazer um passeio de barco até à ilha Wasini.

 

Saímos às 7h30 da manhã com o pequeno-almoço tomado e conduzimos cerca de 75 minutos. A maior parte da viagem foi tranquila, embora os últimos 20 minutos tivessem sido por estradas de terra, cheias de buracos, lombas, mini-lagos e tudo o que possam imaginar.

 

Chegamos cedo, esperamos bastante até que todas as pessoas chegassem e saímos de barco. A viagem demora 1h30 até às ilhas onde se faz o mergulho/snorkelling/chapinhas na água. O barco é velho e cheio de pessoas. Mas quando se chega ao destino e vemos a água tão cristalina, tão bonita, tão pura, tudo vale a pena.

 

Eu fiz snorkelling porque ia voar no dia seguinte de manhã e por isso não podia mergulhar. Fizemos 45 minutos à Porto de snorkelling intensivo. Não acreditam? Pois, acreditem. O barco deixou-nos nos recifes e foi à vida dele. Nós tivemos de dar à barbatana (que é como quem diz pernas porque não tínhamos barbatanas nem pés de pato) até encontrarmos o barco. Não tenho bem a certeza da distância, mas terá sido 1 a 2 Km porque nadamos 45 minutos seguidos sempre a bom ritmo. Pelo caminho, vi peixes de todas as cores e feitios que possam imaginar, anémonas, raias, corais gordos e saudáveis. Só não vi peixes grandes nem moreias. O maior peixe que vi deveria ter cerca de 30cm. Mas aquelas cores, ai as cores.

 

Embarcámos, fomos buscar os mergulhadores e seguimos para a ilha principal (cerca de 1h) para almoçar. Almoçámos peixe grelhado com molho de coco e arroz, também tinha chapati, pasta de chilli, batatas cozidas e um estufado de algas que me surpreendeu pela positiva. Como podem imaginar, tudo muito simples, mas estava bom.

 

Depois de um intervalo pela ilha, regressamos para terra e fomos à nossa vida salgados, cansados e felizes.

 

Vejam o vídeo:

 

 

19
Jun18

Apresento-vos a praia

Olá caríssimos.

Hoje trago-vos as vistas de Diani Beach, no sul do Quénia. Banhado pelo Oceano Índico, é uma zona tranquila. Tem vários hotéis, resorts, aparthotéis e uma praia linda de morrer, especialmente quando a maré está vaza.

 

Podem chegar cá vindos de Nairobi de carro (12 horas – não façam isso às vossas vidas) ou de avião. Há várias ligações diárias para um pequeno aeródromo (Ukunda). Também podem vir de Mombasa de carro (1h45), de comboio, ou de avião.

 

 

 

 

A praia termina na foz do Rio Kongo. De lá, podem ver o pôr-do-sol sentados num cordão de areia que separa os dois lençóis de água. Vi pessoas a levarem uma mala térmica com bebidas e uma toalha grande e a passarem assim o fim da tarde em sossego máximo a ver a beleza que o planeta nos oferece todos os dias.

 

 

 

As desvantagens deste lugar são as desvantagens de qualquer sítio em África. É preciso regatear tudo, as praias mais concorridas têm vários “beach boys”. (São rapazes locais que metem conversa, contam a história da terra e vendem cocos e pedem dinheiro. Podem ser muito chatos.) É preciso repelente de mosquitos forte, especialmente para a partir das 5h da tarde. A zona local (que é fora da linha da praia) é feia, com as barracas lojas típicas, lixo e barulho.

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